
O longa-metragem “Ventre Aberto”, do diretor Gabriel Vinícius, em processo de pré-produção, conta com a participação da jornalista Duda Oliveira, moradora de Salto (SP), na produção do filme.
Destaca-se que o longa utiliza elementos do horror psicológico para investigar as violências físicas e simbólicas herdadas do sistema escravocrata, propondo uma leitura sensorial e perturbadora sobre memória, culpa e permanência histórica.
Além disso, a história de “Ventre Aberto” será ambientada na cidade de Campinas (SP).
A cidade foi escolhida por ter sido a última cidade do Brasil a abolir a escravidão.
Ainda “Ventre Aberto” é um drama e terror psicológico, que aborda um momento de ruptura, crise e colapso com o fim do sistema escravista no Brasil.
Nele é contato a história de uma família de herdeiros do regime escravocrata, impactados pela abolição e inseridos no jogo político da época.
Então os herdeiros tomaram a decisão de manter seus escravizados à força para continuarem os trabalhos na fazenda.
A família escravista usa de todo tipo de poder para manter seus escravizados, como violência física e psicológica.
No desenrolar, eles decidem recorrer a meios sobrenaturais, para impedir a fuga e a libertação dessas pessoas, em nome da preservação de suas riquezas.
Saiba mais
“Ventre Aberto” é dirigido e roteirizado por Gabriel Vinícius (@gabriel.filmes), com roteiro e produção de Lucas Maia (@lucasthemaia), e conta com Levi Kaique Ferreira ( @levikaiquef ) na produção associativa, competitiva na articulação e estruturação estratégica do projeto.
Além disso, a pesquisa historiográfica é conduzida pela jornalista Duda Oliveira (@dudacombr), responsável pela investigação de arquivos e aprofundamento das camadas documentais que sustentam a narrativa.
De fato, o trabalho de pesquisa fundamenta o filme em bases históricas sólidas, ampliando sua responsabilidade estética e política.
Então, o projeto já iniciou seu processo de preparação de elenco e consolidação da equipe técnica, reunindo profissionais do audiovisual contemporâneo e estabelecendo diálogos com artistas e agentes culturais ligados ao movimento negro.
