
O Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) determinou o arquivamento da Notícia de Fato apresentada pela vereadora Graziela Costa, que questionava os gastos e as contratações artísticas do Carnaval 2026 em Salto.
Conduzida pelo promotor Luiz Fernando Guinsberg Pinto, a investigação concluiu que não houve irregularidades, superfaturamento ou ilegalidades nos cachês pagos pela Prefeitura a atrações de destaque nacional.
O caso e os artistas investigados
A representação da vereadora apontava possíveis divergências nos valores destinados a shows de grande porte. Entre os artistas citados na apuração estavam:
• Grupo Soweto
• Thaeme & Thiago
• Banda Bicho de Pé
• Juliana Moretto
Um dos pontos centrais da cobrança era o cachê do grupo Soweto, que, segundo a denúncia, apresentava uma variação de 114% em comparação a um contrato firmado em um município mineiro.
Defesa e conclusão do Ministério Público
Após ouvir os esclarecimentos da administração municipal e dos representantes dos artistas, o MPSP atestou a legalidade dos trâmites. Na decisão, o promotor destacou:
“Não há nos autos, tampouco, qualquer indício de direcionamento, fraude, conluio ou enriquecimento ilícito de agentes públicos.”
Desde o início dos questionamentos — levantados inicialmente na Tribuna da Câmara —, a Prefeitura de Salto sustentou que todas as contratações respeitaram a legislação vigente, priorizando a transparência e o fomento à cultura local. Com o parecer do Ministério Público, o caso foi encerrado de vez.
Para relembrar todos os detalhes desta cobertura, [acesse aqui a nossa matéria anterior sobre o caso].