
As pessoas que residem em uma chácara do Jardim Buru, viveram momento de terror nesta semana.
É que um enxame de abelhas-africanizadas atacou pessoas e aves, matando cerca de 30 aves (galinhas) de uma família que mora perto da Venda do Buru.
As abelhas-africanizadas são produzidas a partir do cruzamento da abelha africana com abelhas europeias.
Por outro lado, destaca-se que elas surgiram no país a partir da década de 1950.
Embora produzam mais mel que as demais, elas são extremamente violentas e acidentes, como o registrado nesta semana, são comuns.
Felizmente a família atacada teve a ajuda de outras pessoas e também do Corpo de Bombeiros, da GCM e da Defesa Civil.
Porém, durante o combate ao enxame a família precisou sair da casa, para evitar algo mais grave.
Priscila, a pessoa que nos enviou os dados, diz que tem havido cada vez mais desamatamento de áreas para ampliação de condomínios e bairros na região do Buru.
Segundo ela, isso está “empurrando” os bichos para mais perto das pessoas, infelizmente.
Biólogo sugere dicas para agir em caso de ataque dessas abelhas
Afinal, por que as abelhas-africanizadas atacam?
Nosso amigo e gentil apoio técnico em questões de fauna e flora, Daniel Constantino, diz que essas abelhas são as mais agressivas existentes.
A dica de Daniel e de seus amigos profissionais é que o local onde estão acomodadas seja identificado e elas removidas apenas por profissionais.
Caso possuam animais presos em gaiolas na região onde o enxame possa estar, a dica é removê-los imediatamente.
Em casos extremos de ataque, uma dica é tentar fazer fumaça com o que for possível, o que pode ajudar a espantar o ataque.
Por outro lado, caso elas apareçam em busca de água, a dica é colocar um pouco de cloro no ponto onde elas estão usando para espantá-las.
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