
Bruna Santana, 30 anos, continuará viva em pelo menos 4 ou 5 vidas, que prosseguirão com seus órgãos
A jovem Bruna Santana, enfermeira, 30 anos, mãe de um garoto de 7 anos, efetivamente morreu hoje.
Mas, o que era para ser o fim, também é o recomeço e a certeza espiritual de que “a vida continua”.
E ela continuará viva em pelo menos 4 ou 5 vidas, que poderão prosseguir com seus órgãos, com melhor qualidade e força.
A decisão de doar os órgãos de Bruna sempre foi seu desejo e a família acatou seu pedido.
E o momento do desligamento dos seus aparelhos para a posterior captação dos órgãos, foi emocionante, hoje, dia 3, no Hospital de Salto.
Médicos, enfermeiros, diretores do IGATS e demais colegas de trabalho, em um “corredor da vida”, acompanharão a sua passagem até o centro cirúrgico.
Emocionados, os diretores externaram palavras de gratidão para Bruna e todos, aos prantos, fizeram a Oração do Pai Nosso para a sua despedida final.
Então, o momento de dor e despedida da jovem enfermeira, tão querida por muitos, longe dali, em outros pontos deste Brasil, também foi sinônimo de esperança.
A dor da despedida aqui, também, do outro lado, era marcada de esperança e recomeços para novas histórias.
Neste sentido, Bruna seguirá viva, seguirá fazendo novas histórias, em outras pessoas, em outras almas também.
Os órgãos: coração, córneas, rins foram captados e transportados de ambulância, com equipes da Central de Captação de Órgãos e apoio da GCM, até Itu.
Um helicóptero águia da PM esperava a chegada dos órgãos para que eles sejam levados a outros humanos e voltem a pulsar.
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