Operação da CPFL identifica comércio furtando energia elétrica na Vila Nova e proprietário é preso

CPFL e Polícia Civil detectam furto de energia em estabelecimento comercial em Salto
CPFL e Polícia Civil detectam furto de energia em estabelecimento comercial em Salto e comerciante foi preso (fotos: divulgação)

Equipes da CPFL, com apoio da Polícia Civil de Salto, realizaram ontem, dia 30, na Rua 9 de Julho, na Vila Nova, operação para combater o furto de energia elétrica.
Ainda segundo a empresa, a ação teve como alvo um estabelecimento comercial de produtos alimentícios e contou com o apoio da Polícia Civil e de equipes técnicas da distribuidora.
Durante a fiscalização, as equipes identificaram irregularidades no sistema de medição de energia. Segundo a companhia, foi constatada a instalação de um segundo relógio pertencente a outra empresa, e com isso manipulava o consumo registrado.
A Polícia Científica foi acionada para avaliar a fraude e o proprietário do estabelecimento foi encaminhado à delegacia.
Segundo a reportagem apurou, o proprietário do estabelecimento comercial ficou preso e passará hoje, dia 31, por audiência de custódia, quando deverá ser solto para responder ao processo em liberdade.
Daniel Carvalho, gerente de gestão de energia e receita do grupo CPFL afirma que “ao fazer uma denúncia, o cliente ajuda não apenas a tornar o fornecimento de energia mais justo e eficiente, mas também contribui para a segurança da população. É uma ação individual que gera impacto coletivo”.
Também de acordo com a distribuidora, fraudes e ligações clandestinas de energia — conhecidas popularmente como “gatos” — comprometem a segurança da rede elétrica, afetam a qualidade do fornecimento e colocam a população em risco.

Crimes que encarecem a energia

O combate às irregularidades também visa evitar o repasse de custos ao consumidor, destaca Carvalho.
Também explica que “parte das perdas não técnicas, classificação dos furtos e das fraudes, é considerada nos processos de revisão tarifária da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o que pode encarecer a conta para todos”.
Além disso, no Brasil, o furto de energia é crime com pena de reclusão de um a quatro anos, além de multa.
Em situações que envolvam fraude, como a adulteração de medidores ou o uso de dispositivos para desvio de energia, a pena pode aumentar, dependendo das circunstâncias.
A prática resulta ainda em cobrança retroativa do consumo não registrado e outras sanções administrativas.

SERVIÇO
Também o cidadão pode denunciar furto de energia nos canais da CPFL www.cpfl.com.br/fraude.

 

OUTRO LADO

Em virtude dos demais dados do acusado preso estarem sob sigilo, não conseguimos entrar em contato com sua defesa. O espaço está aberto ao mesmo, caso entre em contato.

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